INSS Reembolso: aplicativo falso que promete devoluções de dinheiro

 

Existe um golpe circulando na internet usando aplicativos e sites falsos que prometem “reembolso do INSS” ou “indenização para aposentados”. A promessa normalmente é devolver valores que teriam sido descontados indevidamente do benefício. Na maioria dos casos, é fraude. ⚠️

Como funciona o golpe do “reembolso do INSS”

Criminosos divulgam anúncios ou mensagens dizendo que o aposentado pode receber de R$ 2 mil até R$ 15 mil de volta. Quando a pessoa clica no link ou instala o aplicativo falso, começa o golpe.

Os passos geralmente são:

  1. 📱 Anúncios em redes sociais ou WhatsApp
    Ex.: “Veja se você tem direito ao reembolso do INSS”.
  2. 🔗 Link para site ou aplicativo falso
    O sistema pede CPF, nome, telefone e dados pessoais.
  3. 💳 Cobrança de uma “taxa”
    Dizem que é para liberar o pagamento, geralmente via PIX.
  4. 🚨 Roubo de dados ou dinheiro
    Depois do pagamento, o dinheiro nunca chega.

Alguns golpes ainda imitam portais de notícia ou páginas do governo para parecerem legítimos.

Importante: o que o INSS NÃO faz

Segundo orientações oficiais:

  • Não envia links por WhatsApp, SMS ou e-mail para reembolso.
  • Não pede pagamento de taxa para liberar dinheiro.
  • Não faz atendimento por Instagram ou redes sociais.
  • Não pede dados bancários por mensagem.

Como consultar se você tem direito a devolução

O único jeito seguro é pelos canais oficiais:

  • 📱 Aplicativo: Meu INSS
  • ☎️ Telefone: 135
  • 🏢 Agências do INSS ou Correios autorizados

No app você pode ver o extrato do benefício e descontos para verificar se houve cobrança indevida.

Sinais claros de golpe

Fique alerta se aparecer:

  • “Último dia para receber dinheiro do INSS”
  • “Lista oficial liberada”
  • “Receba até R$ 6.000 hoje”
  • Pedido de PIX ou taxa de liberação
  • Aplicativo que não é o oficial do governo

Se alguém já caiu no golpe

Faça imediatamente:

  1. Registrar Boletim de Ocorrência
  2. Avisar o banco se fez PIX
  3. Denunciar no portal Fala.br ou no próprio INSS
  4. Trocar senhas do gov.br

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